Terra dos Papagaios
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Monday, July 22, 2024
Friday, October 08, 2021
Grude-Grude
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Silvia Negreiros
Friday, August 02, 2019
Thursday, August 01, 2019
Chapeuzinho Vermelho
A Manati Digital foi lançada com grande sucesso com aplicativos para IOS em 2011. Pioneira na área, a parceria com a maravilhosa ilustradora Mariana Massarani foi uma das nossas grandes alegrias profissionais. Milhares de crianças no Brasil e no exterior se apaixonaram pelos livros digitais, que infelizmente não estão mais disponíveis após o encerramento da MANATI e de sua parceira nesse projeto, a empresa CALL NET. Para matar as saudades de quem conhece, e para encantar novos leitores e fãs das autoras, aí está CHAPEUZINHO VERMELHO, o primeiro livro da série, completo. Uma curiosidade sobre esses livros clássicos é que primeiro foi a ilustradora quem recontou cada um deles, apenas com imagens. Só depois Bia Hetzel foi desafiada a produzir os textos a partir do roteiro criado pela Massarani. No livro digital cada um poderia também inventar e gravar sua própria versão da história. Ilustrações e roteiro: MARIANA MASSARANI Texto das narrações: BIA HETZEL Direção de arte: BIA HETZEL; SILVIA NEGREIROS, MARIANA MASSARANI; GUILHERME WERNECK Narração: JULIA CARDENAS; RICARDO GADELHA, DORA GADELHA Música: PAULA DA MATTA Produção de vídeo da autora: BIA HETZEL Programação e áudio: CALL NET TODOS OS DIREITOS RESERVADOS. PROIBIDA A REPRODUÇÃO COMERCIAL SEM AUTORIZAÇÃO DOS AUTORES.
Thursday, September 06, 2018
Friday, March 13, 2015
Thursday, January 29, 2015
Bebê-tubarão
Bebê-Tubarão de Hetzel & Massarani.
Projeto grafico da Silvia Negreiros.
Mamar é mais que um instinto ou hábito - é uma das maiores delícias da vida de um bebê. Porém, a cada minuto, surge uma nova aventura, um novo desafio, um velho hábito a ser abandonado na vida de todo filhote de ser humano. Porque, a cada dia, surge uma nova revolução em seu corpo, que cresce, se transforma e precisa se adaptar. 'Nasceu um monte de dentes na boca do Joca! Joca está parecendo um tubarão. E tubarão não mama não! Dente serve para quê? Para morder. Para roer. Para mastigar...' E agora, será que esse bebê-tubarão vai querer parar de mamar?
Nas melhores casas do ramo.
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Silvia Negreiros
Friday, February 08, 2013
Wednesday, October 31, 2012
Saturday, September 29, 2012
Bagunça no Mar
Hetzel e Massarani.
Chegou da gráfica ontem!
Tem na Primavera dos Livros até domingo,
Jardins do Museu da República, das 10h às 22h.Rio de Janeiro
Se você, querido leitor, ainda
não viu uma sereia de verdade,
E, seja qual for a sua idade,
tem essa curiosidade,
Mergulhe de uma vez
neste livro destrambelhado.
Garanto que você não vai
ficar molhado,
E não há perigo de morrer afogado.
Mas tome muito cuidado:
Você pode morrer de rir!
Tino Freitas
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Silvia Negreiros
Friday, August 31, 2012
Escola Classe 14
Dois livros do Tino Freitas!
Escola Classe 14
AR 19 Conj. 07 Lote 01 S.Oeste/Sobradinho II CEP: 730601000
ec14.dresob@se.df.gov.br
Educação Infantil, Ensino Fundamental
Escola Classe 14
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Tino Freitas
Friday, March 23, 2012
É tão bom ter o retorno dos leitores sobre o conjunto do trabalho de edição!
"Existem livros capazes de abordar a questão da negritude preservando
de modo surpreendente a preocupação com a abertura semântica e interpretativa da obra. Neste trabalho, será apresentado apenas um exemplo bastante característico dessa tendência, a saber, o livro Controle remoto (livro 8), escrito por Florentino Alves de Freitas em 2009 e ilustrado por Mariana Massarani. Já o formato diferenciado do livro, bem como a disposição do texto e das ilustrações nas páginas, apontam para uma preocupação estética acentuada. O verdadeiro conflito narrativo – que gera as ações do desenvolvimento – não é o fato de se tratar de uma família de negros (o que é percebido apenas pelas ilustrações), mas sim, o fato de a cegonha ter trazido um bebê acompanhado de um controle remoto: “Só quando a cegonha partiu, o homem e a mulher perceberam que na cesta, além do bebê, da chupeta e das fraldas descartáveis, havia um controle remoto” (p. 5)
A ideia do controle remoto é incorporada organicamente na forma do próprio livro, não apenas pelo seu formato retangular e a textura sólida da capa – que lembra um controle remoto – como também pelos vários detalhes visuais construídos tanto no texto verbal quanto nas ilustrações. Essa construção revela um grande cuidado com o aspecto estético-literário, que acaba se sobrepondo ao aspecto propriamente pedagógico, ligado à diferença/negritude. Cada texto de página termina com uma seta que lembra os comandos de um controle remoto, sendo que a numeração das páginas também está feita com esse recurso da seta. O efeito gerado no leitor é que, para virar a página, seria necessário pressionar a seta, assim como se faz com um controle remoto, o que pode ser considerado um recurso bastante original. Além disso, todas as palavras ligadas ao controle remoto (como stop, help, alarm, etc), quando aparecem no texto, estão sempre destacadas por sombreamento, o que também lembra, de certa forma, a estética visual de aparelhos dependentes de controle remoto, como a televisão ou a tela de computador.
Essa iteração semântica em torno da ideia do controle é um recurso que aumenta muito
a literariedade e o valor estético do texto, pois, além de ser sugestiva, é construída a partir de um diálogo com o próprio texto verbal. Ao longo da narrativa, o leitor descobre que o menino é completamente controlado pelos pais, que só precisam apertar algum botão para conseguirem a respectiva reação: “Pena que, muitas vezes, no melhor da brincadeira, os adultos pressionavam a tecla STOP, que o menino detestava, pois significava PARA TUDO AGORA. Como sempre, ele obedecia ao comando e guardava os brinquedos sem reclamar” (p. 15)
O enredo segue de forma aparentemente repetitiva e redundante, pois a maior parte das ações realizadas são comandos dados pelos pais, a partir do controle remoto, e a respectiva reação da criança, sempre obedecendo a tais comandos: “O controle remoto se tornou indispensável ao casal. Quando eles saíam para trabalhar, era o aparelho que os ajudava a manter o menino comportado e em segurança. Era só ligar a tevê no canal de desenhos animados e apertar o pause que o menino passava o dia no sofá.” (p. 19) Contudo, é exatamente através dessa aparente simplicidade da trama que surge a temática de fundo na narrativa, jamais realmente explicitada, apenas sugerida. Por isso mesmo, pode ser interpretada polissemicamente, de mais de uma maneira, talvez como uma crítica a qualquer comportamento padronizado, uma crítica à concepção pedagógica behaviorista, o elogio da individualidade, a necessidade de desenvolver relações afetivas, entre várias outras.
No final da narrativa, o leitor é surpreendido com um desfecho revestido de humor. Quando o controle remoto passa a não funcionar mais como era de costume, os pais vão pedir auxílio a um “técnico”, que chega à seguinte conclusão: “Logo veio o diagnóstico: — CONTROLERREMOTITE AGUDA. Vocês abusaram no uso do aparelho. Nesses casos, a única solução é jogar o controle fora, começar a ouvir as vontades do menino e conversar com ele.” (p. 37)
Como se percebe, esse livro, assim como alguns outros, dilui a temática da negritude e da diversidade na abertura estética propiciada por qualquer obra construída com fins mais literários do que pedagógicos. Na medida em que essa tendência consegue salvaguardar a preocupação com a literariedade e o valor estético, é capaz de apresentar a questão da negritude a partir de efeitos polissêmicos e autorreferenciais, jamais fechando os sentidos do texto de forma unívoca, baseada em um ensinamento estritamente pedagógico. Nesse sentido, o leitor é convidado a pensar sobre a questão da diferença sem ser coagido por uma visão única e monológica, mesmo que se trate de uma visão politicamente correta. A questão da diferença, portanto, se dilui no estético. Um dos possíveis efeitos sobre o receptor, talvez, seja simplesmente o encantamento característico de toda obra construída para ser fruída esteticamente."
Rosa Maria Hessel Silveira – UFRGS
rosamhs@terra.com.br
Edgar Roberto Kirchof – ULBRA
ekirchof@uol.com.br
Iara Tatiana Bonin – ULBRA
iara.bonin@uol.com.br
in: A DIFERENÇA LIGADA À ETNIA EM LIVROS BRASILEIROS PARA CRIANÇAS - ANÁLISE DE TRÊS TENDÊNCIAS CONTEMPORÂNEAS
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Wednesday, September 28, 2011
ABC Curumim já sabe ler!
Na Apple Store!
O abecedário mais premiado e elogiado do Brasil agora em versão digital, aproveitando os recursos do iPad para enlouquecer de alegria crianças, pais e professores.
Uma letra em destaque; uma palavra bem legível; uma imagem de objeto, de animal ou vegetal familiar ou intrigante aos olhos das crianças; uma sequência de raciocínio baseada na ordem alfabética. Uma fórmula simples e genial que atravessou os séculos e, agora, atravessa também a fronteira do suporte digital. Lido de ponta a ponta, todo abecedário é um livro “louco”, mas na verdade ele guarda e oferece o maior dos tesouros cognitivos: a senha do pensamento abstrato.
Aprender a ler, reforçar o processo de alfabetização, descobrir sons, formas e palavras novas são só algumas, das inúmeras possibilidades que as crianças descobrirão brincando com este aplicativo!
- Navegue pelo abecedário de modo fácil e intuitivo.
- Descubra a diferença entre as letras maiúsculas e minúsculas tocando no menu superior ou inferior das telas.
- Deslize o dedo pelos desenhos e ouça o som das palavras.
- Brinque de juntar as palavras às imagens correspondentes.
- Brinque de juntar as sílabas para formar as palavras correspondentes às imagens.
- Toque nas letras e palavras para ouvir seus sons na sequencia que quiser, criando o seu próprio rap do ABC!
Uma letra em destaque; uma palavra bem legível; uma imagem de objeto, de animal ou vegetal familiar ou intrigante aos olhos das crianças; uma sequência de raciocínio baseada na ordem alfabética. Uma fórmula simples e genial que atravessou os séculos e, agora, atravessa também a fronteira do suporte digital. Lido de ponta a ponta, todo abecedário é um livro “louco”, mas na verdade ele guarda e oferece o maior dos tesouros cognitivos: a senha do pensamento abstrato.
Aprender a ler, reforçar o processo de alfabetização, descobrir sons, formas e palavras novas são só algumas, das inúmeras possibilidades que as crianças descobrirão brincando com este aplicativo!
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Silvia Negreiros
Friday, June 24, 2011
No Portal Absoluta!
Para ler e conhecer o portal veja aqui.
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Wednesday, June 22, 2011
Agora na Folhinha!
Para ler a matéria toda clique aqui!
Saturday, June 18, 2011
Tuesday, June 14, 2011
Friday, June 03, 2011
O Balde das Chupetas da Bia Hetzel.
JÁ IMAGINOU SE EXISTISSE UM BALDE MÁGICO,
ONDE A CRIANÇA PUDESSE JOGAR FORA
A CHUPETA SEM SOFRER TANTO?
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