Terra dos Papagaios

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Thursday, March 07, 2024

Dia 10 de Março na Travessa de Botafogo!

 Domingo!


Em 10 de março, às 16h, os autores @tinofreitas e @marianamassarani estarão na Livraria da Travessa para lançamento do livro “Se os monstros falassem português”.

E se os monstros tivessem uma linguagem própria e secreta? Essa é a premissa da criativa história da obra, que acompanha vários seres fantásticos que são estudados por meio de um objeto multissensorial chamado Trombolho. Criado por cientistas, o peculiar objeto traduz as falas dessas criaturas.

Você gostaria de desvendar esse mistério? 


Friday, April 27, 2018

No Blog da Brinque-Book!



O Blog fica bem aqui.
Quem me  entrevistou foi a Natalie Catuogno!

Monday, April 02, 2018

Cadê o Juízo do Menino na Brinque-Book!




Autor: Tino Freitas
Ilustradora: Mariana Massarani
Temas: Humor / Convivência social / Cotidiano / Imaginação
Faixa Etária: A partir de 2 anos

Wednesday, January 02, 2013

Todo mundo doido!



"Não só as crianças, os adultos também! No livro As Crianças Vão Ficar Doidas!, de Tino Freitas, tudo é tão maluco que vai ser difícil resistir às maluquices e à pressa do Seu Tatá. Por que ele corre tanto e espalha tanta bagunça por onde passa? Isso você descobre na obra, que pode ser lida numa sentada só, porque tem ritmo e velocidade em cada rima. É uma delícia de leitura (e bem divertida, porque não tem situação que seja normal ali)."

Mais no  blog do Estadinho!

Friday, August 31, 2012

Escola Classe 14


Dois livros do Tino Freitas!

Escola Classe 14
AR 19 Conj. 07 Lote 01 S.Oeste/Sobradinho II CEP: 730601000
 
ec14.dresob@se.df.gov.br
Educação Infantil, Ensino Fundamental

Friday, March 23, 2012

É tão bom ter o retorno dos leitores sobre o conjunto do trabalho de edição!






"Existem livros capazes de abordar a questão da negritude preservando
de modo surpreendente a preocupação com a abertura semântica e interpretativa da obra. Neste trabalho, será apresentado apenas um exemplo bastante característico dessa tendência, a saber, o livro Controle remoto (livro 8), escrito por Florentino Alves de Freitas em 2009 e ilustrado por Mariana Massarani. Já o formato diferenciado do livro, bem como a disposição do texto e das ilustrações nas páginas, apontam para uma preocupação estética acentuada. O verdadeiro conflito narrativo – que gera as ações do desenvolvimento – não é o fato de se tratar de uma família de negros (o que é percebido apenas pelas ilustrações), mas sim, o fato de a cegonha ter trazido um bebê acompanhado de um controle remoto: “Só quando a cegonha partiu, o homem e a mulher perceberam que na cesta, além do bebê, da chupeta e das fraldas descartáveis, havia um controle remoto” (p. 5)

A ideia do controle remoto é incorporada organicamente na forma do próprio livro, não apenas pelo seu formato retangular e a textura sólida da capa – que lembra um controle remoto – como também pelos vários detalhes visuais construídos tanto no texto verbal quanto nas ilustrações. Essa construção revela um grande cuidado com o aspecto estético-literário, que acaba se sobrepondo ao aspecto propriamente pedagógico, ligado à diferença/negritude. Cada texto de página termina com uma seta que lembra os comandos de um controle remoto, sendo que a numeração das páginas também está feita com esse recurso da seta. O efeito gerado no leitor é que, para virar a página, seria necessário pressionar a seta, assim como se faz com um controle remoto, o que pode ser considerado um recurso bastante original. Além disso, todas as palavras ligadas ao controle remoto (como stop, help, alarm, etc), quando aparecem no texto, estão sempre destacadas por sombreamento, o que também lembra, de certa forma, a estética visual de aparelhos dependentes de controle remoto, como a televisão ou a tela de computador.

Essa iteração semântica em torno da ideia do controle é um recurso que aumenta muito
a literariedade e o valor estético do texto, pois, além de ser sugestiva, é construída a partir de um diálogo com o próprio texto verbal. Ao longo da narrativa, o leitor descobre que o menino é completamente controlado pelos pais, que só precisam apertar algum botão para conseguirem a respectiva reação: “Pena que, muitas vezes, no melhor da brincadeira, os adultos pressionavam a tecla STOP, que o menino detestava, pois significava PARA TUDO AGORA. Como sempre, ele obedecia ao comando e guardava os brinquedos sem reclamar” (p. 15)

O enredo segue de forma aparentemente repetitiva e redundante, pois a maior parte das ações realizadas são comandos dados pelos pais, a partir do controle remoto, e a respectiva reação da criança, sempre obedecendo a tais comandos: “O controle remoto se tornou indispensável ao casal. Quando eles saíam para trabalhar, era o aparelho que os ajudava a manter o menino comportado e em segurança. Era só ligar a tevê no canal de desenhos animados e apertar o pause que o menino passava o dia no sofá.” (p. 19) Contudo, é exatamente através dessa aparente simplicidade da trama que surge a temática de fundo na narrativa, jamais realmente explicitada, apenas sugerida. Por isso mesmo, pode ser interpretada polissemicamente, de mais de uma maneira, talvez como uma crítica a qualquer comportamento padronizado, uma crítica à concepção pedagógica behaviorista, o elogio da individualidade, a necessidade de desenvolver relações afetivas, entre várias outras.

No final da narrativa, o leitor é surpreendido com um desfecho revestido de humor. Quando o controle remoto passa a não funcionar mais como era de costume, os pais vão pedir auxílio a um “técnico”, que chega à seguinte conclusão: “Logo veio o diagnóstico: — CONTROLERREMOTITE AGUDA. Vocês abusaram no uso do aparelho. Nesses casos, a única solução é jogar o controle fora, começar a ouvir as vontades do menino e conversar com ele.” (p. 37)

Como se percebe, esse livro, assim como alguns outros, dilui a temática da negritude e da diversidade na abertura estética propiciada por qualquer obra construída com fins mais literários do que pedagógicos. Na medida em que essa tendência consegue salvaguardar a preocupação com a literariedade e o valor estético, é capaz de apresentar a questão da negritude a partir de efeitos polissêmicos e autorreferenciais, jamais fechando os sentidos do texto de forma unívoca, baseada em um ensinamento estritamente pedagógico. Nesse sentido, o leitor é convidado a pensar sobre a questão da diferença sem ser coagido por uma visão única e monológica, mesmo que se trate de uma visão politicamente correta. A questão da diferença, portanto, se dilui no estético. Um dos possíveis efeitos sobre o receptor, talvez, seja simplesmente o encantamento característico de toda obra construída para ser fruída esteticamente."

Rosa Maria Hessel Silveira – UFRGS
rosamhs@terra.com.br
Edgar Roberto Kirchof – ULBRA
ekirchof@uol.com.br
Iara Tatiana Bonin – ULBRA
iara.bonin@uol.com.br

in: A DIFERENÇA LIGADA À ETNIA EM LIVROS BRASILEIROS PARA CRIANÇAS - ANÁLISE DE TRÊS TENDÊNCIAS CONTEMPORÂNEAS

Tuesday, October 04, 2011

Thursday, June 02, 2011

A Lista da Revista Crescer!


Uma animação bem legal aqui com a lista dos 30 melhores!

Friday, June 18, 2010

É amanhã!!!!



Clique na imagem para imprimir o convite, traga para a MANATI e ganhe 20% de desconto
no dia do lançamento!

Em menos de uma semana, já está provado: as crianças ficam tão ligadas nesse livro quando o descobrem que, nem apertando o power, nem arrancando as pilhas dá para apagar essa paixão!

QUER COISA MELHOR DO QUE UM LIVRO QUE FAZ QUALQUER MENINO GOSTAR DE LER?

Endereço: Av. Barão de Tefé, 75, Saúde, RJ
Tel: (21) 2233-7460/ 2253-8177
Zona Portuária
Mais Informações bem aqui.


http://www.manati.com.br

Monday, June 07, 2010

Salão do Livro!


De 8 a 19 de junho de 2010
Da FNLIJ!
O dia 8 de junho somente para professores.
Endereço: Av. Barão de Tefé, 75, Saúde, RJ
Tel: (21) 2233-7460/ 2253-8177
Zona Portuária
Mais Informações bem aqui.

Friday, June 04, 2010

Controle Remoto



De Tino Freitas, editado pela Manati.
Acabou de chegar da gráfica. Capa dura e tudo!